Aplicações -> Acessórios -> Terminal
sudo apt-get remove xserver-xorg-video-sis
sudo wget http://rbminformatica.xpg.com.br/downloads/linux/xorg-driver-sis671_0.9_i386.deb
sudo dpkg -i xorg-driver-sis671_0.9_i386.deb
sudo gedit /etc/X11/xorg.conf
insira a linha Driver "sis671" dentro de Section "Device"
ex:
Section "Device"
Identifier "Configured Video Device"
Driver "sis671"
EndSection
reinicie a maquina
domingo, 6 de dezembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Configuração de Dispositivo de comunicação (1.101.6)
O que a certificação abrange no objetivo 1.101.6 e a especificação das tecnologias ISDN (Integrated Service Digital Network) e DSL(Digital Subscriber Line). Com base nisso, o guia que estou estudando para a certificação LPI-1 nos informa conceitos e descrição de funcionamento dessas tecnologias e diferentemente do tópico acima não descreve a configuração do mesmo.
Esse tópico informa que existem diversas maneiras de usar o ISDN no GNU/Linux e que o modo mais simples de usar ISDN é utilizando um dispositivo externo que disca, autentica, abre a sessão sozinho e disponibiliza a conexão de interface de ethernet. Caso o computador estivesse ligado diretamente a uma conexão ISDN, seria necessário um dispositivo chamado TA (Terminal Adapter).
Ao utilizar um dispositivo TA conectado a uma porta serial ou porta USB, o mesmo (TA) disponibilizará uma interface de comando AT para se comunicar com a conexão ISDN, como por exemplo: comando AT para discar, autenticar, etc.
Mas uma maneira mais eficiente de uso de uma conexão ISDN é usar um adaptador(PCI, ISA, PCCARD) acoplado/conectado diretamente em um barramento da máquina (PC). Com isso, usando o utilitário isdn4linux para resolver problemas de configuração e estabelecer conexão como se fosse uma interface de rede ethernet.
Se tratando de conexões DSL, o modo mais simples de utilizar esse tipo de conexão e utilizando uma dispositivo externo que estabeleça a conexão e se comporte com um roteador para a máquina.
O servidor para conexões DSL usa o protocolo PPPoE (Point to Point Protocol over Ethernet) e para realizar a comunicação com esse servidor, deve-se usar um cliente PPPoE, logo o pacote GNU/Linux disponivel para conexões DSL é o pppoe ou rp-pppoe.
Esse tópico informa que existem diversas maneiras de usar o ISDN no GNU/Linux e que o modo mais simples de usar ISDN é utilizando um dispositivo externo que disca, autentica, abre a sessão sozinho e disponibiliza a conexão de interface de ethernet. Caso o computador estivesse ligado diretamente a uma conexão ISDN, seria necessário um dispositivo chamado TA (Terminal Adapter).
Ao utilizar um dispositivo TA conectado a uma porta serial ou porta USB, o mesmo (TA) disponibilizará uma interface de comando AT para se comunicar com a conexão ISDN, como por exemplo: comando AT para discar, autenticar, etc.
Mas uma maneira mais eficiente de uso de uma conexão ISDN é usar um adaptador(PCI, ISA, PCCARD) acoplado/conectado diretamente em um barramento da máquina (PC). Com isso, usando o utilitário isdn4linux para resolver problemas de configuração e estabelecer conexão como se fosse uma interface de rede ethernet.
Se tratando de conexões DSL, o modo mais simples de utilizar esse tipo de conexão e utilizando uma dispositivo externo que estabeleça a conexão e se comporte com um roteador para a máquina.
O servidor para conexões DSL usa o protocolo PPPoE (Point to Point Protocol over Ethernet) e para realizar a comunicação com esse servidor, deve-se usar um cliente PPPoE, logo o pacote GNU/Linux disponivel para conexões DSL é o pppoe ou rp-pppoe.
Configuração de Placas de Expansão diversas (1.101.5)
Para entrar em detalhes nesse tópico temos que ter conhecimento dos tópicos anteriores e também conhecimentos sólidos de coldplug, hotplug e inspeção de hardware.
Para darmos continuidade ao post referente ao objetivo 1.101.5 da certificação LPI-1, vamos entender, em modo sucinto, o que é coldplug e hotplug.
* Coldplug: Esse termos se aplica a necessidade de desligar a máquina para conectar um dispositivo para assim poder configurá-lo corretamente. Exemplo de periféricos coldplug's são: placas PCI, ISA, dispositivos IDE, Memórias, etc.
* HotPlug: É a capacidade de conectar novos periféricos sem a necessidade de desligar a máquina e usá-lo imediatamente ao conectar em um barramento. Exemplo de hotplug são: dispositivos USBs.
O sistema hotplug foi adicionado ao núcleo do kernel 2.6. Com isso, qualquer barramento ou classe pode disparar eventos hotplug para informar quando um dispositivo foi conectado ou desconectado. O sistema hotplug trabalha juntamente com o subsistema udev atualizando os arquivos de configuração localizados em /dev.
Alguns dispositivos coldplug são configurados pelo sistema hotplug na hora da inicialização do kernel para identificar os dispositivos que estavam presentes (conectada a um barramento) antes mesmo da máquina ser ligada.
Para darmos continuidade ao post referente ao objetivo 1.101.5 da certificação LPI-1, vamos entender, em modo sucinto, o que é coldplug e hotplug.
* Coldplug: Esse termos se aplica a necessidade de desligar a máquina para conectar um dispositivo para assim poder configurá-lo corretamente. Exemplo de periféricos coldplug's são: placas PCI, ISA, dispositivos IDE, Memórias, etc.
* HotPlug: É a capacidade de conectar novos periféricos sem a necessidade de desligar a máquina e usá-lo imediatamente ao conectar em um barramento. Exemplo de hotplug são: dispositivos USBs.
O sistema hotplug foi adicionado ao núcleo do kernel 2.6. Com isso, qualquer barramento ou classe pode disparar eventos hotplug para informar quando um dispositivo foi conectado ou desconectado. O sistema hotplug trabalha juntamente com o subsistema udev atualizando os arquivos de configuração localizados em /dev.
Alguns dispositivos coldplug são configurados pelo sistema hotplug na hora da inicialização do kernel para identificar os dispositivos que estavam presentes (conectada a um barramento) antes mesmo da máquina ser ligada.
Configuração de Dispositivo não IDE (1.101.4)
Existem basicamente 2 tipos de dispositivos SCSI: o de 8 bits ( contém 7 dispositivos e 1 controlador) e 16 bits (15 dispositivos e 1 controlador).
Os dispositivos SCSI são identificados por 3 números que identificam o canal SCSI, ID do dispositivo e o número lógico da unidade (LUN). Todas essas informações juntas tornam o identificador do dispositivo SCSI chamado SCSI_ID.
Agora vamos detalhar o que cada canal do dispositivo é responsável.
* Canal SCSI: Canal de dados suportado pelo dispositivo SCSI, onde a sua númeração da quantidade de canais se inicia a partir de zero (0).
* ID do dispositivo: Número único atribuído a cada dispositivo que pode ser alterado através de jumpeamento. A faixa vai de 0 a 7 para dispositivos com controlador de 8 bits e de 0 a 15 para dispositivos com controlador de 16 bits.
* LUN: Número de identificação do dispositivo dentro de um mesmo alvo SCSI.
Por padrão a inicialização de um dispositivo SCSI é realizada pelo ID 0 e em casos em que existam dispositivos SCSI e IDE, a ordem de inicialização deve ser especificada no BIOS da máquina.
Obs.: Todos os dispositivos SCSI são encontrados pelo kernel são listados no arquivo /proc/scsi/scsi.
Os dispositivos SCSI são identificados por 3 números que identificam o canal SCSI, ID do dispositivo e o número lógico da unidade (LUN). Todas essas informações juntas tornam o identificador do dispositivo SCSI chamado SCSI_ID.
Agora vamos detalhar o que cada canal do dispositivo é responsável.
* Canal SCSI: Canal de dados suportado pelo dispositivo SCSI, onde a sua númeração da quantidade de canais se inicia a partir de zero (0).
* ID do dispositivo: Número único atribuído a cada dispositivo que pode ser alterado através de jumpeamento. A faixa vai de 0 a 7 para dispositivos com controlador de 8 bits e de 0 a 15 para dispositivos com controlador de 16 bits.
* LUN: Número de identificação do dispositivo dentro de um mesmo alvo SCSI.
Por padrão a inicialização de um dispositivo SCSI é realizada pelo ID 0 e em casos em que existam dispositivos SCSI e IDE, a ordem de inicialização deve ser especificada no BIOS da máquina.
Obs.: Todos os dispositivos SCSI são encontrados pelo kernel são listados no arquivo /proc/scsi/scsi.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Controlar velocidade de uma porta serial (1.101.3)
No post anterior aprendemos como configurar um dispositivo utilizando uma porta serial. Agora vamos aprender como controlar a velocidade de uma porta serial usando o mesmo comando "setserial".
Lista de opções de velocidade para ser setada em uma porta serial:
spd_hi -> 56kb: quando a velocidade adequada para o dispositivo for de 38.4 kbps
spd_vhi -> 115kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_shi -> 230kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_warp -> 460kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_cust -> Usa um divisor diferente quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_nomal -> 38.4 kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
Com base nas informações acima, podemos configurar de acordo com a especificação da velocidade do periférico conectado a uma determinada serial a sua respectiva velocidade. Para isso utilizamos o comando:
# setserial /caminho_do_dispositivo/ velocidade.
Utilizando a porta serial do post anterior (ttyS2), podemos configurar a velocidade do dispositivo através do comando:
# setserial /dev/ttyS2 spd_normal
Lista de opções de velocidade para ser setada em uma porta serial:
spd_hi -> 56kb: quando a velocidade adequada para o dispositivo for de 38.4 kbps
spd_vhi -> 115kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_shi -> 230kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_warp -> 460kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_cust -> Usa um divisor diferente quando o solicitado for 38.4 kbps
spd_nomal -> 38.4 kb: quando o solicitado for 38.4 kbps
Com base nas informações acima, podemos configurar de acordo com a especificação da velocidade do periférico conectado a uma determinada serial a sua respectiva velocidade. Para isso utilizamos o comando:
# setserial /caminho_do_dispositivo/ velocidade.
Utilizando a porta serial do post anterior (ttyS2), podemos configurar a velocidade do dispositivo através do comando:
# setserial /dev/ttyS2 spd_normal
Configurando dispositivo serial (1.101.3)
Vamos tomar como exemplo um dispositivo tipo modem que precisa ser reconhecido em uma especifica porta serial pelo kernel. Logo, para configurarmos o modem ou qualquer outro dispositivo serial, precisamos identificar as informações de I/O e IRQ do dispositivos para configurarmos de acordo com a sua especificação. Podemos verificar essas informações através do comando: # lspci -v.
Para saber qual as portas seriais que estão em uso, utilize o seguinte comando: setserial -g caminho_do_dispositivo.
Ex.: setserial -g /dev/ttyS*
O comando acima irá exibir as informações de todas as portas tty
# setserial -g /dev/ttyS*
/dev/ttyS0, UART: 16550A, Port: 0x03f8, IRQ: 4
/dev/ttyS1, UART: 16550A, Port: 0x02f8, IRQ: 3
/dev/ttyS2, UART: unknown, Port: 0x03e8, IRQ: 4
/dev/ttyS3, UART: unknown, Port: 0x02e8, IRQ: 3
Com essas informações, agora podemos configurar adequadamente o dispositivo em uma respectiva serial livre do kernel. Utilize uma porta serial disponível como por exemplo: /dev/ttyS2 ou /dev/ttyS3.
Agora sim podemos configurar o dispositivo corretamente. Para isso, vamos utilizar um comando que já utilizamos acima (setserial).
Ex.: setserial /dev/ttyS2 port 0x03e8 irq 4 autoconfig.
OBS.: Coloquei como exemplo um modem serial, pois na maioria das vezes os aplicativos que utilizam os recursos do modem, procuram o mesmo no path /dev/modem. Então, para evitar complicações futuras, devemos criar um link simbólico para a essa serial que acabamos de configurar.
Ex.: # ln -s /dev/ttyS2 /dev/modem
Para saber qual as portas seriais que estão em uso, utilize o seguinte comando: setserial -g caminho_do_dispositivo.
Ex.: setserial -g /dev/ttyS*
O comando acima irá exibir as informações de todas as portas tty
# setserial -g /dev/ttyS*
/dev/ttyS0, UART: 16550A, Port: 0x03f8, IRQ: 4
/dev/ttyS1, UART: 16550A, Port: 0x02f8, IRQ: 3
/dev/ttyS2, UART: unknown, Port: 0x03e8, IRQ: 4
/dev/ttyS3, UART: unknown, Port: 0x02e8, IRQ: 3
Com essas informações, agora podemos configurar adequadamente o dispositivo em uma respectiva serial livre do kernel. Utilize uma porta serial disponível como por exemplo: /dev/ttyS2 ou /dev/ttyS3.
Agora sim podemos configurar o dispositivo corretamente. Para isso, vamos utilizar um comando que já utilizamos acima (setserial).
Ex.: setserial /dev/ttyS2 port 0x03e8 irq 4 autoconfig.
OBS.: Coloquei como exemplo um modem serial, pois na maioria das vezes os aplicativos que utilizam os recursos do modem, procuram o mesmo no path /dev/modem. Então, para evitar complicações futuras, devemos criar um link simbólico para a essa serial que acabamos de configurar.
Ex.: # ln -s /dev/ttyS2 /dev/modem
Atributos fundamentais da BIOS (1.101.1)
Para se configurar um hardware utilizando o shell, deve-se primeiramente ter uma noção dos utilitários de configuração de BIOS. Com esses conhecimentos podemos liberar/bloquear periféricos integrados ao computador, ativar proteção contra erros e configurar endereços I/O, IRQ e DMA.
I/O -> Endereço do dispositivo mapeado na memória do sistema. É através desse endereço que a CPU irá se comunicar com o dispositivo.
IRQ -> Requisição de interrupção do sistema através do dipositivo. O dispositivo envia um sinal de interrupção (IRQ) informando a CPU para parar a execução corrente para processar as instruções enviadas pelo dispositivo.
DMA -> Directory Memory Access, acesso direto a memória. Utilizando o canal DMA para acessar a leitura e escrita na memória sem a intervenção da CPU.
As informações amazenadas pelo Kernel com relação aos dispositivos se encontram no diretório /proc.
Ex.: /proc/dma, /proc/ioports, /proc/interrupts, /proc/pci, etc.
Para listar os componentes do computador utilizamos o comando lspci e para ter uma informação mais completa, incluindo dados do IRQ, DMA, I/O, utilize a opção -v.
Ex.: $ lspci -v
I/O -> Endereço do dispositivo mapeado na memória do sistema. É através desse endereço que a CPU irá se comunicar com o dispositivo.
IRQ -> Requisição de interrupção do sistema através do dipositivo. O dispositivo envia um sinal de interrupção (IRQ) informando a CPU para parar a execução corrente para processar as instruções enviadas pelo dispositivo.
DMA -> Directory Memory Access, acesso direto a memória. Utilizando o canal DMA para acessar a leitura e escrita na memória sem a intervenção da CPU.
As informações amazenadas pelo Kernel com relação aos dispositivos se encontram no diretório /proc.
Ex.: /proc/dma, /proc/ioports, /proc/interrupts, /proc/pci, etc.
Para listar os componentes do computador utilizamos o comando lspci e para ter uma informação mais completa, incluindo dados do IRQ, DMA, I/O, utilize a opção -v.
Ex.: $ lspci -v
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Como clonar uma maquina virtual no vmware server
Tive muito trabalho para deixar arquivado em algum lugar o modo como se clona uma VM (virtual machine) utilizando o VMware Server. Por este motivo, estou postando para que futuramente outras pessoas e eu mesmo possa consultar.
Como o meu trabalho atual é utilizar VM's em clusters e promover a alta disponibilidade em um serviço, eu preciso constantimente criar e instalar novas VM's.
Por isso, encontrei um modo de agilizar esse processo de criação de uma VM. Eu crio uma VM com todos os softwares basicos e necessário para as demais VM's, deixo essa VM como um template para as demais e vou fazendo cópia e modificando o arquivo .vmdk.
Os passos para a execução desse processo está abaixo:
1) Criar uma VM com todos os sofwares comuns para as demais VM's
2) Deixar essa VM como template, renomeie a pasta da VM. Ex.: tmp-vm-ubuntu
3) Faça uma cópia da VM template com o nome desejado. # cp tmp-vm-ubuntu vm-ubuntu-01
4) Modifique o arquivo .vmdk dentro da pasta que contém a nova VM. # vmware-vdiskmanager -n tmp-vm-ubuntu.vmdk vm-ubuntu-01.vmdk
5) Por ultimo, temos que renomear o arquivo de configuração da VM. # sed -i 's/tmp-vm-ubuntu.vmdk/vm-ubuntu-01.vmdk' vm-ubuntu-01
Obs.: Agora não preciso ficar realizando pesquisa para relembra algum passo esquecido.
Até o próximo post se Deus quiser.
Como o meu trabalho atual é utilizar VM's em clusters e promover a alta disponibilidade em um serviço, eu preciso constantimente criar e instalar novas VM's.
Por isso, encontrei um modo de agilizar esse processo de criação de uma VM. Eu crio uma VM com todos os softwares basicos e necessário para as demais VM's, deixo essa VM como um template para as demais e vou fazendo cópia e modificando o arquivo .vmdk.
Os passos para a execução desse processo está abaixo:
1) Criar uma VM com todos os sofwares comuns para as demais VM's
2) Deixar essa VM como template, renomeie a pasta da VM. Ex.: tmp-vm-ubuntu
3) Faça uma cópia da VM template com o nome desejado. # cp tmp-vm-ubuntu vm-ubuntu-01
4) Modifique o arquivo .vmdk dentro da pasta que contém a nova VM. # vmware-vdiskmanager -n tmp-vm-ubuntu.vmdk vm-ubuntu-01.vmdk
5) Por ultimo, temos que renomear o arquivo de configuração da VM. # sed -i 's/tmp-vm-ubuntu.vmdk/vm-ubuntu-01.vmdk' vm-ubuntu-01
Obs.: Agora não preciso ficar realizando pesquisa para relembra algum passo esquecido.
Até o próximo post se Deus quiser.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Definição da palavra "Software Livre"
Para dar início a uma sequência de post no meu blog, nada mais justo falar do mundo OPENSOURCE (em português "sofware livre"). De acordo com a Free Software Foundation, "Software livre nada mais é que qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído com algumas restrições. A liberdade de tais diretrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro." fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre".
Com isso, chegamos a conclusão que sofware livre é qualquer software que podemos compartilhar com os amigos, distribuí-los pela internet sem termos que pagar ao para obter a licença do uso e termos a liberdade de instalarmos em quantas maquinas quisermos.
Um motivo que acarretou essa livre distribuição foi o fator fincanceiro das licenças e a impossibilidade de estudos das aplicações desenvolvidas.
Com isso, chegamos a conclusão que sofware livre é qualquer software que podemos compartilhar com os amigos, distribuí-los pela internet sem termos que pagar ao para obter a licença do uso e termos a liberdade de instalarmos em quantas maquinas quisermos.
Um motivo que acarretou essa livre distribuição foi o fator fincanceiro das licenças e a impossibilidade de estudos das aplicações desenvolvidas.
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licenças,
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